15 alcaldes lusos y españoles vinculados por el Miño presentan un programa común para captar más financiación

P1011946Quince alcaldes de Valle del Minho y Baixo Miño gallego firmaron, esta mañana, en Valença, el Pacto del Río Minho Transfronterizo, con el objetivo de dar voz política a la frontera del río Minho a través de la presentación de un proyecto común al Interreg V A Portugal/España en una estimativa presupuestaria global en la orden de los 6 millones de euros. El Grupo refuerza lazos territoriales de proximidad y apela a una mejor distribución de financiaciones comunitarias para el Norte de Portugal/Galicia.
Los seis municipios de Vale do Minho -Camina, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira y Paredes de Coura- y nueve municipios del Baixo Miño, Galicia -A Caniza, A Guarda, Arbo, As Neves, Crecente, Rosal, Salvaterra de Miño, Tomiño y Tui -, suscribieron el proyecto Uniminho ECOTUR 2.0 para hacerse candidato en la 1ª convocatória del Programa Interreg V A Portugal/España, aprobado en febrero por la Comisión Europea, cuya apertura está prevista para el primer semestre de 2015.

Dando continuidad a la actual versión, cofinanciada por el POCTEP 2007-2014, el proyecto Ecotur 2.0 se sostiene en el levantamiento y sistematización ya realizada para desenvolver un conjunto de actividades, expresamente la implementación del Plan de Expansión de la Red de Pasillos Verdes Transfronterizos; la valorización del patrimonio natural, cultural y vernacular del río Minho Transfronterizo; acciones piloto de conservación y protección de la biodiversidad rural y urbana; implementación de programas de educación y sensibilización ambiental; y gestión y promoción de los pasillos verdes del río Minho transfronterizo. La inversión total previsto en los dos lados de la frontera es de 6 millones de euros para el periodo 2015/2018.

 

Ante una fuerte presencia de comunicación social portuguesa y española, el presidente de la Uniminho, Manoel Batista, afirmó que este pacto “es el punto de partido para el refuerzo de esta cooperación que va a definir cual el camino a continuación para captar más hondos comunitarios para este territorio transfronterizo. A lo largo de los años, los fondos de los programas de apoyo a la cooperación transfronteriza acaban por ser más gratificantes para zonas localizadas lejos de la frontera y es contra esto que queremos marcar agenda y que queremos que sea diferente en el próximo cuadro comunitario”, aseguró.

 

 

Realzando que las conexiones transfronterizas entre el río Minho “son permanentes y cotidianas”, el presidente de Uniminho y también alcalde de Melgaço no tiene dudas de que esta cooperación también tiene que ser definitiva para contribuir para la mejoría de la calidad de vida de las poblaciones. De esta forma, explicó, “era importante volver a juntar los alcaldes de esta zona para pensar el futuro y pensar el próximo cuadro comunitario de cooperación transfronteriza”.

 

El alcalde de Valença, Jorge Mendes, también valoró la idea de que este paso garantiza que la cooperación transfronteriza de estos territorios “está viva y con ganas de continuar adelante”. Jorge Mendes destacó que el pacto “sirve para decir a los gobiernos portugués y español que los presupuestos que viene para las fronteras infelizmente son muy reducidos“, indicando que solo 20% de los fondos asignados por el POCTEP fueron gastados de hecho en municipios fronterizos del Norte de Portugal-Galicia.

 

El alcalde de Tui, Moises Rodríguez,  enalteció la zona maravillosa para vivir y sus potencialidades en el ámbito del turismo de naturaleza. Moisés Rodrigues recordó que, si en tiempos, la frontera era un elemento de separación de pueblos, los últimos años, portugueses y españoles se preocupan en borrar esas diferencias y reforzar la existencia de una raia única.

 

Más allá de los 15 municipios signatarios del Pacto, el proyecto Uniminho-ECOTUR 2.0 está abierto a la adhesión de otras entidades locales y regionales que tengan como misión preservar y promover la biodiversidad del río Minho y de sus márgenes. Para ese efecto, va a ser iniciado un conjunto de contactos en Galicia y Norte de Portugal, de modo a movilizar una colaboración más ampliada y global del punto de vista de actuaciones sobre este territorio. La constitución de un organismo de cooperación transfronteriza (con o sin personalidad jurídica) para continuar defendiendo este proceso de desarrollo y de de los intereses de los habitantes de la frontera del río Minho va a ser evaluada en plenario en el plazo de seis meses.

 

Los 15 municipios suscriptores de este pacto tienen una población cercana a los 160 mil habitantes y 1.560 km2 de área territorial, con una densidad poblacional de 103 habitantes por Km2.


 

Pacto do Rio Minho Transfronteiriço: Autarcas apresentam programa conjunto para captar mais financiamento
Quinze autarcas do Vale do Minho e Baixo Miño galego assinaram, esta manhã, em Valença, o Pacto do Rio Minho Transfronteiriço, com o objetivo de dar voz política à fronteira do rio Minho através da apresentação de um projeto comum ao Interreg V A Portugal/Espanha numa estimativa orçamental global na ordem dos 6 milhões de euros. Grupo reforça laços territoriais de proximidade e apela a uma melhor distribuição de financiamentos comunitários para o Norte de Portugal/Galiza.
Os seis municípios do Vale do Minho – Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova de Cerveira e Paredes de Coura – e nove concelhos do Baixo Miño, Galiza – A Caniza, A Guarda, Arbo, As Neves, Crecente, Rosal, Salvaterra do Miño, Tomiño e Tui -, subscreveram o projeto Uniminho ECOTUR 2.0 a candidatar na 1ª convocatória do Programa Interreg V A Portugal/Espanha, aprovado em fevereiro pela Comissão Europeia, cuja abertura está prevista para o primeiro semestre de 2015.

 

Dando continuidade à atual versão, cofinanciada pelo POCTEP 2007-2014, o projeto Ecotur 2.0 sustenta-se no levantamento e sistematização já realizada para desenvolver um conjunto de atividades, nomeadamente a implementação do Plano de Expansão da Rede de Corredores Verdes Transfronteiriços; a valorização do património natural, cultural e vernacular do rio Minho Transfronteiriço; ações piloto de conservação e proteção da biodiversidade rural e urbana; implementação de programas de educação e sensibilização ambiental; e gestão e promoção dos corredores verdes do rio Minho transfronteiriço. O investimento total previsto nos dois lados da fronteira é de 6 milhões de euros para o período 2015/2018.
Perante uma forte presença de comunicação social portuguesa e espanhola, o presidente da Uniminho, Manoel Batista, afirmou que este pacto “é o ponto de partida para o reforço desta cooperação que vai definir qual o caminho a seguir para captar mais fundos comunitários para este território transfronteiriço. “Ao longo dos anos, os fundos dos programas de apoio à cooperação transfronteiriça acabam por ser mais gratificantes para zonas localizadas longe da fronteira e é contra isto que queremos marcar agenda e que queremos que seja diferente no próximo quadro comunitário”, assegurou.

 

Realçando que as ligações transfronteiriças entre o rio Minho “são permanentes e quotidianas”, o também autarca de Melgaço não tem dúvidas de que esta cooperação também tem de ser definitiva para contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações. Desta forma, explicou, “era importante voltar a juntar os alcaldes desta zona para pensar o futuro e pensar o próximo quadro comunitário de cooperação transfronteiriça”.

 

O presidente da Câmara Municipal de Valença também valorizou a ideia de que este passo garante que a cooperação transfronteiriça destes territórios “está viva e com ganas de continuar em frente”. Jorge Mendes salientou que o pacto “serve para dizer aos governos português e espanhol que as verbas que vem para as fronteiras infelizmente são muito reduzidas”, indicando que apenas 20% dos fundos atribuídos pelo POCTEP foram gastos de facto em concelhos fronteiriços do Norte de Portugal-Galiza.

 

O autarca de Tui enalteceu a zona maravilhosa para viver e as suas potencialidades no âmbito do turismo de natureza. Moisés Rodrigues recordou que, se em tempos, a fronteira era um elemento de separação de povos, nos últimos anos, portugueses e espanhóis preocupam-se em apagar essas diferenças e reforçar a existência de uma raia única.

 

Para além dos 15 concelhos signatários do Pacto, o projeto Uniminho – ECOTUR 2.0 está aberto à adesão de outras entidades locais e regionais que tenham como missão preservar e promover a biodiversidade do rio Minho e das suas margens. Para esse efeito, vai ser encetado um conjunto de contactos na Galiza e Norte de Portugal, de modo a mobilizar uma parceria mais alargada e abrangente do ponto de vista de atuações sobre este território. A constituição de um organismo de cooperação transfronteiriça (com ou sem personalidade jurídica) para continuar a defender este processo de desenvolvimento e de dos interesses das populações da fronteira do rio Minho vais ser avaliada em plenário no prazo de seis meses.

 

Os 15 concelhos subscritores deste pacto têm uma população de cerca de 160 mil habitantes e 1560 km2 de área territorial, com uma densidade populacional de 103 habitantes por Km2.

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