Alcaldes luso-galaicos firman el reconocimiento de frontera en pleno río Miño

Los alcaldes o sus representantes de los municipios portugueses y gallegos a lo largo del río Miño formalizaron la firma anual del Informe de reconocimiento de fronteras. La ceremonia, celebrada en medio del río Miño estuvo representada por todos los municipios, 5 portugueses y 8 gallegos, lo que demuestra la extraordinaria relación existente entre las localidades de las dos márgenes.

Presidentes luso galaicos assinan reconhecimento de fronteira em pleno rio Minho

En el lado portugués, la lancha rápida NRP Rio Minho partió de Vila Nova de Cerveira llevando a los alcaldes portugueses a bordo. La lancha española, Cabo Fradera, dejó Tui con los representantes gallegos. Las dos embarcaciones se encontraron en medio del río, donde se formalizó la firma del documento. Un gesto simbólico que ocurre, de esta manera, por cuarta vez.

Monção, representado por el presidente, António Barbosa, firmó el documento con los municipios de Salvaterra de Miño, representado por el teniente de alcalde, Ernesto Groba, As Neves, representado por alcalde, Xosé Manuel Méndez y Arbo, representado por alcalde, Horacio Gil.

Además de los alcaldes, el Comandante de la Capitanía de Caminha, Pedro Costa, el Comandante de la Capitanía de Tui, Juan Díaz, el presidente de la Delegación portuguesa de la Comisión Internacional de Límites, Mário Godinho de Matos, y el Director General de la Autoridad, asistieron a la ceremonia. Oficial marítimo y comandante general de la policía marítima, vicealmirante Luis de Sousa Pereira.

Reafirmando las excelentes relaciones que existen a nivel de cooperación y gestión conjunta del río Miño, el acto simbólico consolida los vínculos institucionales y amistosos entre los municipios ribereños y las autoridades marítimas, beneficiándose cada vez más de la mejora ambiental y paisajística de esa sección internacional del agua.

La ceremonia oficial está de acuerdo con el Artículo 25 del Tratado de Límites entre Portugal y España, del 29 de septiembre de 1864, cuando se reconoció la línea del río Miño que sirve como frontera entre los dos países. Por los presentes, se firmaron copias en portugués y español, y debidamente firmadas con los respectivos sellos municipales.


Os presidentes, ou seus representantes, dos municípios portugueses e galegos banhados pelo rio Minho, formalizaram a assinatura anual do Auto de Reconhecimento de Fronteira. A cerimónia, realizada ontem em pleno rio Minho, contou com a representação de todos os municípios, 5 portugueses e 8 galegos, demonstrando o relacionamento extraordinário existente entre as localidades das duas margens.

Do lado português, a lancha N.R.P. Rio Minho partiu de Vila Nova de Cerveira, levando a bordo os autarcas portugueses. A lancha espanhola, Cabo Fradera, saiu de Tui, com os representantes galegos. As duas embarcações encontraram-se no meio do rio, onde se formalizou a assinatura do documento. Um gesto simbólico que acontece, nestes moldes, pela quarta vez.

Monção, representado pelo presidente, António Barbosa, assinou o documento com os municípios de Salvaterra de Miño, representado pelo teniente de Alcalde, Ernesto Groba, As Neves, representado pelo Alcalde, Xosé Manuel Mendez, e Arbo, representando pelo Alcalde, Horácio Gil Expósito.

Além dos autarcas, marcaram presença na cerimónia o Comandante da Capitania de Caminha, Pedro Costa, o Comandante da Capitania de Tui, Juan Diaz, o Presidente da Delegação Portuguesa da Comissão Internacional de Limites, Mário Godinho de Matos, e o Diretor Geral da Autoridade Marítima e Comandante Geral da Policia Marítima, Vice-Almirante Luis de Sousa Pereira.

Reafirmando as excelentes relações existentes ao nível de cooperação e gestão conjunta do rio Minho, o ato simbólico consolida as ligações institucionais e amigáveis entre os municípios ribeirinhos e autoridades marítimas em beneficio, cada vez mais, da valorização ambiental e paisagística daquele troço de água internacional.

A cerimónia oficial enquadra-se nos termos do Artigo 25º do Tratado de Limites entre Portugal e Espanha, de 29 de setembro de 1864, quando foi reconhecida a linha fluvial do rio Minho que serve de fronteira entre os dois países. Pelos presentes, foram assinados exemplares em português e em espanhol, sendo devidamente chancelados com os respetivos selos municipais.

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