Se realiza el 6 y 7 de julio, en el Paço de Giela, en Arcos de Valdevez

Valdevez se prepara para reconstruir con fidelidad histórica el ‘Recontro’

Muchos historiadores consideran que el episodio fue el paso decisivo y el último para el nacimiento de Portugal

Un momento de la representación de la tercera edición del Reencontro 2018.

El ‘Rencontro de Valdevez’ es un punto de referencia en la historia de Portugal, que tuvo lugar en 1141 y elevar al enfrentarse a los ejércitos de Afonso Henriques, el futuro primer rey de Portugal, y su primo Alfonso VII de Castilla y León.

La Reconstrucción Histórica del Recontro de Valdevez se realiza a 6 y 7 de julio en Arcos de Valdevez, en el Paço de Giela, Monumento Nacional recientemente valorado.

Esta es ya la cuarta edición de un verdadero viaje a la Edad Media y el siglo XII con dos días completos de danza, música, comida y mucha historia en vivo, siempre entre las 17.00 y las 24.00 portuguesas, con el punto más alto en tanto días, a las 22,00 horas, en la producción a gran escala de casi doscientos extras y 50 caballos -estos números de la tercera edición se incrementarán este año-, y durante 50 minutos recrea este momento histórico importante y la afirmación de la identidad histórica de Portugal y Galicia

EL TORNEO QUE EVITÓ LA BATALLA

El ‘Reecontro de Valdevez’, o Torneo de Arcos de Valdevez, se produjo en el Valle del Río Vez, en Arcos de Valdevez, cuando D. Afonso Henriques rompió la paz de Tui (1137) e invadió territorio gallego.

En respuesta, Alfonso VII de las fuerzas de Castilla y León fue a tierras portuguesas arrasando los castillos a su paso. Era un signo de una batalla casi segura, pero el momento terminó por culminar en un “bafondo”, un tipo de torneo medieval representativo de la destreza de los caballeros involucrados, cuyo resultado de la contienda era normalmente aceptado por ambas partes, evitando un innecesario derramamiento de sangre.

Esto sucedió en Valdevez: los dos primos están de acuerdo en una coexistencia pacífica en una diplomacia lección inteligente y el sentido común, la base fundamental para el inicio de la consolidación del futuro reino de Portugal y, sobre todo, la unión se enfrentan al avance árabe rápida en el sur.

De todos modos, el tipo de armas ladeó para el lado portugués y muchos historiadores consideran que el episodio fue el paso decisivo y el último para el nacimiento de Portugal, ya que pagó D. Afonso Henriques la buena voluntad de la Iglesia y antes de la celebración del Tratado de Zamora en 1143.

O RECONTRO DE VALDEVEZ

Recriação Histórica

 6 E 7 DE JULHO DE 2019

PAÇO DE GIELA/ ARCOS DE VALDEVEZ

PROGRAMA

 DIA 6 DE JULHO (sábado)

17h00 / Paço de Giela:

  • Abertura de Portas, da Praça dos Mercadores e dos Ofícios, do Largo do Sustento e do Castelo dos Infantes e Petizes
  • Espetáculos diversos e atividades no acampamento militar

18h30

  • Investidura dos Cavaleiros Petizes
  • Animação diversa

 19h30

  • Animação e comedorias nas Tabernas do Largo do Sustento

22h00

  • recriação histórica: “O RECONTRO DE VALDEVEZ DE 1141” (Torneio d’Armas a Cavalo)

 23h00

  • Bailias animadas ao Som dos Trovadores

 03h00

  • Fecho de Portas

DIA 7 DE JULHO (domingo)

 

17h00 / Paço de Giela:

  • Abertura de portas, da Praça dos Mercadores e dos Ofícios, do Largo do Sustento e do Castelo dos Infantes e Petizes
  • Atividades medievais diversas

19h30

  • Animação e comedorias nas Tabernas do Largo do Sustento

22h00

  • recriação histórica: “O RECONTRO DE VALDEVEZ DE 1141” (Torneio d’Armas a Cavalo)

23h00

  • Concerto Musical e Espetáculo de Encerramento

24h00

  • Fecho de Portas

 Atividades diversas:

– Animação Itinerante

– Recriação Histórica e Artes Performativas

– Personagens

– Rábulas e Estórias

– Música e Dança

– Prática de esgrima e dança

– Calígrafos e grafias medievais

 

Atividades para a Infância:

Estórias de Cavaleiros, Fadas e Dragões

-Mini-liça de Torneios de Armas a Cavalo

-Hora de Brincar e Jogar

-Pinturas Faciais

-Estórias medievais para petizes

-Carrocel medieval

 

 


O Recontro de Valdevez é um momento referencial da história de Portugal que teve lugar em 1141 e colocou frente-a-frente os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os do seu primo Afonso VII de Leão e Castela.

Entre os figurantes disponíveis para ida à TV, estarão Afonso Henriques, Afonso VII e respetivas guardas e escudeiros. Estes podem inclusive fazer uma luta corpo a corpo em direto, demonstrando a valentia dos cavaleiros afetos a cada um dos lados.

A Recriação Histórica do Recontro de Valdevez acontece a 6 e 7 de julho em Arcos de Valdevez, no Paço de Giela, Monumento Nacional recentemente valorizado.

Esta é já a 4.ª edição de uma verdadeira viagem à Idade Média e ao século XII com dois dias cheios de dança, música, gastronomia e muita História ao Vivo, sempre entre as 17h00 e as 24h00 portuguesas, com ponto alto em ambos os dias, pelas 22h00, na produção de grande escala que envolve quase duas centenas de figurantes e 50 cavalos, e que durante 50 minutos recria este importante momento histórico e de afirmação da identidade histórica de Portugal e da Galiza

Contexto histórico do Recontro de Valdevez: A história do Torneio que evitou uma Batalha

O Recontro de Valdevez, ou Torneio de Arcos de Valdevez, aconteceu no Vale do Rio Vez, em Arcos de Valdevez, quando D. Afonso Henriques rompeu a paz de Tui (1137) e invadiu território galego.

Em resposta, as forças de Afonso VII de Leão e Castela entraram em terras portuguesas, arrasando os castelos à sua passagem. Era sinal de uma batalha quase certa, mas o momento acabou por culminar num “bafordo”, um tipo de torneio medieval representativo da destreza dos cavaleiros envolvidos, cujo resultado da contenda era normalmente aceite por ambas as partes, evitando um desnecessário derramamento de sangue.

Assim aconteceu em Valdevez: os dois primos acordam uma convivência pacífica, numa lição inteligente de diplomacia e bom senso, bases fundamentais para o início da consolidação do futuro reino de Portugal e, sobretudo, de união face ao rápido avanço árabe no Sul.

De qualquer forma, a sorte das armas pendeu para o lado português e muitos historiadores consideram que o episódio foi o passo decisivo e a última etapa para o nascimento de Portugal, já que valeu a D. Afonso Henriques as boas graças da Igreja e antecedeu a celebração do Tratado de Zamora em 1143.

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